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Cotidiano
Maria de Lurdes Rech
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Professora, pós-graduada em Métodos e Técnicas de Ensino pela Universidade de Caxias do Sul, Maria de Lurdes Rech é autora do Livro de crônicas Prosa de Mulher e do CD de crônicas e poemas Amor Maior, vencedora de diversos concursos literários. Membro da Academia Caxiense de Letras. Produtora e apresentadora do programa cultural Sábado Livre da Rádio Flores Fm desde 2004. Colunista do jornal O Florense desde 2007. Atuou na Secretaria Municipal de Educação Cultura e Desporto de Flores da Cunha, onde coordenou a implantação dos Centros Ocupacionais da cidade. Exerceu a função de vice-diretora de escolas. Faz parte da Equipe do Núcleo Interdisciplinar de Apoio ao Educando e da Associação de Produtores de Arte e Cultura de Flores da Cunha – RS.

Frases de jogadores de futebol
Maria de Lurdes Rech
 

Tinha este material guardado faz algum tempo e resolvi tira-lo do baú nesta semana, depois da primeira convocação do novo técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes. Confira a seleção de frases ditas por jogadores de futebol e até dirigentes de equipes. Algumas delas são mais antigas que o próprio jornal O Florense, que dia 6 de outubro completa 24 anos. Confira as pérolas e seus autores.

- Chegarei de surpresa

(Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa).

- Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana. (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico).

- Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado. (Jardel, ex-atacante do Grêmio).

- As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe. (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo).

- Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja. (Jardel, ex-atacante do Grêmio).

- O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom. (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro).

- A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto. (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo).

- Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol. (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito).

- Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu. (Claudiomiro, ex-meia do Internacional, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72).

- Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola. (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo).

- No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias. (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos).

- Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe. (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção).

- O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente. (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal).

- Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar. (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano).

- Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático. (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians).

-O difícil, como vocês sabem, não é fácil. (Vicente Matheus).

- Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão. (Vicente Matheus).

- O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável. (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses).

OBS.: Depois desta, Umas e Outras tornou-se uma coluna inviável. (Não vou ínviá-la a ninguém para não desgraçar ainda mais os leitores).

2010 Jornal O Florense